quarta-feira, 10 de agosto de 2016

APENAS UM RUMOR, poema de Eugénio de Andrade

Imagem encontrada em http://cleopatravii.blogs.sapo.pt

E no teu rosto aberto sobre o mar
cada palavra era apenas o rumor
de um bando de gaivotas a passar.

In «Eugénio de Andrade – Primeiros poemas. As mãos e os frutos. Os amantes sem dinheiro», colectânea com poemas de Eugénio de Andrade (incluindo o texto «Coração do dia», memória de António Lobo Antunes; «Paratextos», com prefácio de Jorge de Sena à Obra de Eugénio de Andrade/1 e textos incluídos nas badanas da mesma obra, por Vitorino Nemésio, António Ramos Rosa e Eduardo Lourenço; além de nota bibliográfica), Biblioteca «Obra de Eugénio de Andrade», Quasi Edições/Fundação Eugénio de Andrade, Vila Nova de Famalicão, Novembro de 2006.

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