É uma empresa jornalística e editorial e tem por objecto a edição e a divulgação de publicações e suportes multimédia sobre saúde e de carácter científico, pedagógico, cultural e artístico, assim como a realização de iniciativas relacionadas com a informação e a formação no domínio da saúde, clínica, investigação médica e científica, além das vertentes cultural e artística, tendo em conta o seu interesse multidisciplinar e a sua apetência para estratégias de parceria.
sábado, 12 de maio de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
A par da nossa actividade editorial e de dinamização cultural, também fazemos revisão de texto (trabalhos científicos e académicos, teses, artigos, livros, etc.) atendendo à correcção ortográfica e sintáctica, às regras de concordância, à pontuação e à acentuação, considerando a nova terminologia linguística e o novo acordo ortográfico. Para informações complementares, pode contactar-nos através do endereço electrónico: mardapalavra@gmail.com
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Antecipemos o DIA MUNDIAL DA POESIA com este belo poema da nossa querida
amiga e autora Lurdes Breda...
E
porque amanhã é o Dia Mundial da Poesia, aqui fica um poema da minha autoria, inspirado
nas palavras do editor Vitalino José
Santos. Viva a Poesia!
Façamos nascer a poesia
Façamos
Nascer a poesia!
Cultivemo-la
Em searas de papel,
Como quem
Semeia trigo
No ventre da terra.
Demos-lhe
Beijos de chuva
Por entre
Raízes sem chão,
Folhas
E palavras secas.
Mondemos-lhe
Os verbos tristes
E a mágoa
Das frases,
Com que espreita
O voo das andorinhas.
Ofertemos-lhe o sol,
Em adjetivos de luz,
Para amadurecer os versos,
Ainda verdes de esperança.
Descubramos-lhe
Ceifeiras
Com sede
De poemas
Abertos em flor.
Sopremos-lhe
O vento,
Numa cantiga
De embalar,
Para fazer girar,
As velas dos moinhos.
Inventemos-lhe
Moleiros e poetas,
Que transformem
As palavras em pão,
E gente com fome
Da poesia, que nasce,
Avulsa e livre,
Pelos trigais
Dos nossos poemas.
Façamos nascer a poesia
Façamos
Nascer a poesia!
Cultivemo-la
Em searas de papel,
Como quem
Semeia trigo
No ventre da terra.
Demos-lhe
Beijos de chuva
Por entre
Raízes sem chão,
Folhas
E palavras secas.
Mondemos-lhe
Os verbos tristes
E a mágoa
Das frases,
Com que espreita
O voo das andorinhas.
Ofertemos-lhe o sol,
Em adjetivos de luz,
Para amadurecer os versos,
Ainda verdes de esperança.
Descubramos-lhe
Ceifeiras
Com sede
De poemas
Abertos em flor.
Sopremos-lhe
O vento,
Numa cantiga
De embalar,
Para fazer girar,
As velas dos moinhos.
Inventemos-lhe
Moleiros e poetas,
Que transformem
As palavras em pão,
E gente com fome
Da poesia, que nasce,
Avulsa e livre,
Pelos trigais
Dos nossos poemas.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
"O periquito rebelde", de Fernando Miguel Bernardes, com ilustração de Inês Massano
“Eu tenho uma poesia muito apelativa para as crianças. Sou capaz de ser um dos escritores da literatura infanto-juvenil portugueses que têm mais contacto com crianças. Um poeta não deixa assim com muita facilidade de ser criança... A minha vivência de meninice e de adolescência foi no campo, em Gândara dos Olivais, encostado ao rio Lis, entre Leiria, Amor, Monte Real. Estes temas das aves, dos rios, da água a correr, do encontro dos rios pequenos que depois dão no rio grande e mostram que a união faz a força... Esta vivência influencia muito a minha escrita para crianças. Vou muitas vezes às escolas dos vários pontos do país para conversar de tudo isto com elas.”
(in A Página da Educação, n.º 109, entrevista a Fernando Miguel Bernardes)
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Em espaço livre
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O AUTOR:
Fernando Miguel Bernardes nasceu em Gândara dos Olivais, Leiria. Frequentou as Universidades de Coimbra e Clássica de Lisboa. Como engenheiro geógrafo, e bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, fez uma pós-graduação em Cálculo Científico.
Docente do ensino superior, foi também técnico superior de Sistemas Informáticos, e director de departamento na Função Pública, na área da Cultura.
Co-fundador da Organização dos Trabalhadores Científicos, é sócio activo de instituições científicas e culturais como a Sociedade de Geografia de Lisboa, com incidência na secção de Física Matemática e Cartografia, ou a Associação Portuguesa de Escritores, de cuja Direcção é membro efectivo.
Integra e coordena habitualmente júris de prémios literários de âmbito nacional e internacional. Antes do 25 de Abril, assumindo na prática posições coerentes com a sua ideologia, foi várias vezes preso, julgado e condenado, tendo cumprido as sucessivas penas em cadeias políticas de Coimbra, Porto, Lisboa e Caxias. Mais tarde, foi-lhe reconhecido, pela Assembleia da República, o “mérito excepcional da contribuição dada à defesa da Liberdade e da Democracia”.
Em Maio de 2009, publica o livro de poesia “O fio das harpas”, com a chancela da editora Mar da Palavra.
A sua presente obra para a infância “O periquito rebelde”, também sob a forma de poema, com ilustração de Inês Massano, prossegue os objectivos de transmitir intemporais valores humanos e de criar hábitos de leitura, proporcionando um olhar distinto de uma realidade cada vez mais afastada da Natureza e dos ambientes bucólicos…
Como seguimento da publicação dos seus livros para a infância e juventude, Fernando Miguel Bernardes visita escolas do ensino básico por todo o País, para (com as crianças, os pais e os professores) ler, comentar e dramatizar alguns dos seus textos, previamente explorados nas respectivas turmas.
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A ILUSTRADORA:
Maria Inês Morais Massano Cardoso, nasceu em Coimbra, a 14 de Março de 1979.
Muito cedo, revelou interesse pelo desenho e por tudo o que se relacionasse com esta arte.
Em 2002, terminou a licenciatura em Design de Comunicação, na Escola Universitária das Artes de Coimbra. Desde então, tem leccionado Educação Visual, Pintura, Desenho e Design Gráfico; e tem participado em diversas exposições e ilustrado livros para a infância.
Em 2007, sob a chancela da editora Mar da Palavra, ilustrou a obra “Aprender a Crescer – Manual de Formação Cívica” (incluindo um jogo pedagógico), com texto de Ana Isabel Garrido.
Inês Massano dedica a maior parte do seu tempo a desenhar e a criar, e confessa “fazê-lo com todo o prazer do mundo”. Assim, aceitou ilustrar a obra “O periquito rebelde”, em que alia a vertente pedagógica aos aspectos lúdicos da descoberta da cor e do desenho, na interpretação de um poema de Fernando Miguel Bernardes.
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FICHA TÉCNICA:
Autor: Fernando Miguel Bernardes
Ilustração: Inês Massano
Editora: Mar da Palavra - Edições, Lda.
Colecção: Gato Pardo (N.º 4)
PVP: 7,57 €
N.º de páginas: 16
Formato: 21,2 x 14,7 cm
ISBN: 972-8910-59-4 (EAN: 978-972-8910-59-4)
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Registo de notícias e outras referências:
http://www.avante.pt/pt/1998/?tpl=612
http://gazetadecoimbra.pse-engineering.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=125692:"o-periquito-rebelde",-de-fernando-miguel-bernardes,-com-%3Cb%3E...%3C/b%3E&catid=1:blogs&Itemid=50
Ilustração: Inês Massano
Editora: Mar da Palavra - Edições, Lda.
Colecção: Gato Pardo (N.º 4)
PVP: 7,57 €
N.º de páginas: 16
Formato: 21,2 x 14,7 cm
ISBN: 972-8910-59-4 (EAN: 978-972-8910-59-4)
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Registo de notícias e outras referências:
http://www.avante.pt/pt/1998/?tpl=612
http://gazetadecoimbra.pse-engineering.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=125692:"o-periquito-rebelde",-de-fernando-miguel-bernardes,-com-%3Cb%3E...%3C/b%3E&catid=1:blogs&Itemid=50
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
DIAS DE SORTE (poesia), de Diogo Lucas Linhares
Sobre os quarenta poemas que fazem este livro, convém dizer que, às vezes no poema inteiro, outras vezes apenas num verso, se procura esmiuçar a definição de uma sociedade que tem, na minha (ainda muito imatura) visão, algumas falhas. Maravilhoso seria se, ao terminar de ler cada poema de "Dias de sorte", cada leitor perguntasse a si mesmo se o seu papel na sociedade poderia ou não ser melhorado, em prol do bem comum.
Mas nem só de observação social se faz a poesia. Existe em vários poemas um lado íntimo, uma procura de conforto, conforto esse que (maravilhoso seria se) os leitores pudessem levar para o seu quotidiano. Espero, assim, como autor e como cidadão, que cada pessoa, ao ler estes poemas, tenha vontade de transformar o mundo (como quando vemos um filme motivante); e que faça de cada dia um dia de sorte.
Diogo Lucas Linhares
.......................................
O AUTOR:
Diogo Xavier Ferreira Cardoso (Diogo Lucas Linhares quando à literatura diz respeito) nasceu em Coimbra, no dia 21 de Agosto do ano de 1993. Toda a sua vida literária se resume aos textos que foi escrevendo na escola ou quando queria ter sucesso com alguma rapariga, enfrentando agora, com o livro "Dias de sorte", a sua primeira publicação. Enquanto isto, estuda História na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e por lá continuará até o País sair da crise, situação que, segundo ele, está muito próxima de acontecer…
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Mas nem só de observação social se faz a poesia. Existe em vários poemas um lado íntimo, uma procura de conforto, conforto esse que (maravilhoso seria se) os leitores pudessem levar para o seu quotidiano. Espero, assim, como autor e como cidadão, que cada pessoa, ao ler estes poemas, tenha vontade de transformar o mundo (como quando vemos um filme motivante); e que faça de cada dia um dia de sorte.
Diogo Lucas Linhares
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O AUTOR:
Diogo Xavier Ferreira Cardoso (Diogo Lucas Linhares quando à literatura diz respeito) nasceu em Coimbra, no dia 21 de Agosto do ano de 1993. Toda a sua vida literária se resume aos textos que foi escrevendo na escola ou quando queria ter sucesso com alguma rapariga, enfrentando agora, com o livro "Dias de sorte", a sua primeira publicação. Enquanto isto, estuda História na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e por lá continuará até o País sair da crise, situação que, segundo ele, está muito próxima de acontecer…
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FICHA TÉCNICA:
Autor: Diogo Lucas Linhares
Capa: Fotografia de Rute Cunha
Editora: Mar da Palavra - Edições, Lda.
Colecção: Poemar (N.º 6)
PVP: 10,60 €
N.º de páginas: 52
Formato: 13,0 x 19,0 cm
ISBN: 972-8910-58-7 (EAN: 978-972-8910-58-7)
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Registo de notícias e outras referências:
http://bibliofeira.com/livro/915377445
Capa: Fotografia de Rute Cunha
Editora: Mar da Palavra - Edições, Lda.
Colecção: Poemar (N.º 6)
PVP: 10,60 €
N.º de páginas: 52
Formato: 13,0 x 19,0 cm
ISBN: 972-8910-58-7 (EAN: 978-972-8910-58-7)
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Registo de notícias e outras referências:
http://bibliofeira.com/livro/915377445
http://www.wook.pt/ficha/dias-de-sorte/a/id/12177702
http://www.blogger-index.com/1166326-mar-da-palavra-edi-es-lda
http://issuu.com/campeaodasprovincias/docs/jornal605_05_01_2012
http://baudahistrionia.blogspot.com/2012/03/meio-seculo-outro-tanto-nao-existe-para.html
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=287951117921693&set=a.122800974436709.22037.100001204215464&type=1&theater
http://issuu.com/campeaodasprovincias/docs/jornal605_05_01_2012/20
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1090861637625411&set=a.640090752702504.1073741864.100001047554935&type=3&theater
http://www.livroseleituras.com/web/index.php?option=com_content&view=article&id=2335%3Adiogo-xavier-&catid=102%3Aultimas-propostas&Itemid=165
http://www.blogger-index.com/1166326-mar-da-palavra-edi-es-lda
http://issuu.com/campeaodasprovincias/docs/jornal605_05_01_2012
http://baudahistrionia.blogspot.com/2012/03/meio-seculo-outro-tanto-nao-existe-para.html
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=287951117921693&set=a.122800974436709.22037.100001204215464&type=1&theater
http://issuu.com/campeaodasprovincias/docs/jornal605_05_01_2012/20
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1090861637625411&set=a.640090752702504.1073741864.100001047554935&type=3&theater
http://www.livroseleituras.com/web/index.php?option=com_content&view=article&id=2335%3Adiogo-xavier-&catid=102%3Aultimas-propostas&Itemid=165
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Da máquina enfatizada à máquina constrangida - MAL DITA TELEVISÃO
É o mais poderoso dos media. Chamam-lhe electrodoméstico maligno, gritam Kill Your Television, atribuem-lhe a paternidade de 384 efeitos perniciosos.
Televisão maldita?
Também mal dita, defende Dinis Manuel Alves, investigador que teve o privilégio, pioneiro em Portugal, de passar várias semanas nas redacções das principais estações de televisão portuguesas, acompanhando o trabalho dos jornalistas, editores e directores de informação da RTP1, RTP2, SIC e TVI.
Este livro trata das representações de quem vê a televisão situando-se do lado de fora, posteriormente cotejadas com a observação do labor das redacções por parte do investigador e, por último, com as representações geradas pelos jornalistas de televisão em relação ao seu próprio trabalho.
Aqui se detalha a vasta gama de representações reagentes à actividade do meio televisão, em geral, e do jornalismo televisivo, em particular; desenham-se os contornos do binómio Máquina Enfatizada/Máquina Constrangida, pistando-se a panóplia de enfatizadores angariados pela engrenagem televisiva e os seus efectivos e pesados constrangimentos.
Aqui se dá voz aos jornalistas de televisão, que falam, na primeira pessoa, sobre as pechas da profissão, também sobre as suas virtualidades.
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Edição: Mar da Palavra
Apoio: Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS)
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O AUTOR:
Dinis Manuel Alves nasceu no Lobito, Angola, em 1958. É doutorado em Ciências da Comunicação (2005), licenciado em Jornalismo (1999) e em Direito (1981), pela Universidade de Coimbra.
Director do Curso de 1.º Ciclo (Licenciatura) em Comunicação Social do Instituto Superior Miguel Torga.
Foi jornalista da TSF, Expresso, Grande Reportagem, TVI, Tal & Qual e Jornal de Coimbra. Desempenhou ainda as funções de repórter fotográfico.
Autor de várias exposições de fotografia e de sites na Web, acessíveis através de www.mediatico.com.pt
Deputado à Assembleia da República (PS), apresentou, em parceria com Jaime Ramos (PSD), o primeiro projecto de criação de rádios locais em Portugal (1983). Este é o sétimo livro de sua autoria.
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Apoio: Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS)
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O AUTOR:
Dinis Manuel Alves nasceu no Lobito, Angola, em 1958. É doutorado em Ciências da Comunicação (2005), licenciado em Jornalismo (1999) e em Direito (1981), pela Universidade de Coimbra.
Director do Curso de 1.º Ciclo (Licenciatura) em Comunicação Social do Instituto Superior Miguel Torga.
Foi jornalista da TSF, Expresso, Grande Reportagem, TVI, Tal & Qual e Jornal de Coimbra. Desempenhou ainda as funções de repórter fotográfico.
Autor de várias exposições de fotografia e de sites na Web, acessíveis através de www.mediatico.com.pt
Deputado à Assembleia da República (PS), apresentou, em parceria com Jaime Ramos (PSD), o primeiro projecto de criação de rádios locais em Portugal (1983). Este é o sétimo livro de sua autoria.
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FICHA TÉCNICA:
Autor: Dinis Manuel Alves
Capa: Ilustração de Laura Sobral
Autor: Dinis Manuel Alves
Capa: Ilustração de Laura Sobral
Editora: Mar da Palavra - Edições, Lda.
Colecção: Comunicar-te (N.º 4)
PVP: 15,15 €
N.º de páginas: 216
Formato: 14,5 x 21,0 cm
ISBN: 972-8910-54-9 (EAN: 978-972-8910-54-9)
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Registo de notícias e outras referências:
http://www.portal.ecclesia.pt/pub/14/noticia.asp?jornalid=14¬iciaid=76323
http://www.ofigueirense.com/seccao.php?id_edi=170&id_sec=3
http://pela-positiva.blogs.sapo.pt/1327542.html
http://www.wook.pt/ficha/mal-dita-televisao/a/id/12097195
http://www.bertrand.pt/ficha/mal-dita-televisao?id=12097195
N.º de páginas: 216
Formato: 14,5 x 21,0 cm
ISBN: 972-8910-54-9 (EAN: 978-972-8910-54-9)
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Registo de notícias e outras referências:
http://www.portal.ecclesia.pt/pub/14/noticia.asp?jornalid=14¬iciaid=76323
http://www.ofigueirense.com/seccao.php?id_edi=170&id_sec=3
http://pela-positiva.blogs.sapo.pt/1327542.html
http://www.wook.pt/ficha/mal-dita-televisao/a/id/12097195
http://www.bertrand.pt/ficha/mal-dita-televisao?id=12097195
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
From crisis depression to prospective health governance - Spring Report 2011, Portuguese Observatory on Health Systems
The mission of the Portuguese Observatory for the Health Systems(OPSS) is to provide all those who can influence the health in Portugal with an accurate, periodic and independent analysis of the Portuguese Health System evolution and its determinants.Since the year 2000, the OPSS follows up, analyses and reports the development of the Portuguese Health System and the quality evolution of health governance, not taking a position about the political agendas in the different governing periods. Following the previous and predominantly retrospective analyses, for the year 2011, the OPSS developed and grounded a prospective analysis model, assuming that a substantial improvement in the country’s health governance passes by the introduction of highly prospective and adaptive tools. This new model will outline, understand the propositions for the health sector and co-exist with the retrospective analysis, because the OPSS finds it necessary and useful to understand the development of the different reforms and measures. The change in this Spring Report (SR) streamlines with a series of initiatives developed by the OPSS in order to increase the quality of the work developed, and those have only been possible due to the support of the Calouste Gulbenkian Foundation.
The presentation of the SR 2011 entitled “From the depression of the crisis, to the prospective health governance” takes place in a very special moment of the country very special moment. The financial crisis is a reality for a growing number of people through phenomena such as: decrease of purchasing power, high unemployment rate and the consequent risk of poverty, with all its implications. The response to the crisis has become the core of all the discussions and of the European agenda. Within this context, Portugal underwent an intervention, from what has been designated as “troika” (International Monetary Fund, European Central Bank and European Union) and therefore, is subjected to a set of measures aiming to reestablish the confidence of the markets and to create the conditions to meet the international commitments.
The Spring Report 2011 is structured in two main parts: first the presentation of sectoral studies about the existing health system; second, the analysis of the present moment and the future perspective of health governance in times of crisis.
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