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terça-feira, 8 de outubro de 2013

A AGENDA-MONTRA DE OUTRAS AGENDAS, ensaio jornalístico de Dinis Manuel Alves

Como surgem as notícias que vemos na televisão? Quais as condicionantes que determinam a agenda da TV? Para responder a estas e outras perguntas, Dinis Manuel Alves analisou os telejornais da RTP1, RTP2, SIC e TVI, em 1999. 215 telejornais, 3659 notícias.
Ainda 2344 noticiários emitidos pela Antena 1, Rádio Renascença e TSF. E também várias centenas de jornais diários, semanários e revistas.
Investigação que contemplou também a presença, durante cinco semanas, nas redacções das televisões portuguesas, culminando na tese de doutoramento “Mimetismos e determinação da agenda noticiosa televisiva – A AGENDA-MONTRA DE OUTRAS AGENDAS”, defendida na Universidade de Coimbra.
Centrada nos mecanismos de formação da agenda noticiosa televisiva, mais especificamente na detecção de práticas miméticas (endógenas e exógenas ao meio televisão), a investigação permitiu sustentar o carácter determinado da agenda televisiva em relação a outros meios (rádio e imprensa escrita) e, em consequência: a) uma assinalável capitis diminutio da autonomia dos jornalistas de televisão no processo de selecção do noticiável; b) uma considerável redução da diversidade noticiosas gerada pelos media.
O circuito que vai do acontecimento à inclusão nos alinhamentos noticiosos televisivos surge aqui complexificado, com a introdução de novos elos na cadeia. A notícia, não sendo já aceite como um mero espelho da realidade, passa a constituir-se como uma construção resultante de um complexo jogo de espelhos, o agendamento televisivo reflectindo o fulgor de agendamentos prévios por outros meios.
“Importa, em nosso entender, rever a velha máxima a rádio dá, a televisão mostra, o jornal explica. À luz dos dados apurados, arriscamos substituto para o tradicional ditado: a rádio e os jornais dão, os jornais explicam, a televisão mostra ou anima (muito) do que a rádio e os jornais deram, mas explicando muito pouco.
O privilégio da revelação – motor maior daqueles que um dia resolveram abraçar a profissão de jornalistas –, foi substituído pelo privilégio da animação. A agenda noticiosa televisiva transformou-se numa agenda-montra de outras agendas, escaparate de atracções vendendo os milagres de fazer mexer as fotos que jazem inanimadas na imprensa escrita, e de revelar as fúrias, trejeitos e feições dos sem-rosto que ocupam as notícias da rádio” – defende o autor no quarto e último livro resultante dos seus trabalhos de doutoramento.
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Apoio: Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS)
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O AUTOR:
Dinis Manuel Alves nasceu no Lobito, Angola, em 1958. É doutorado em Ciências da Comunicação (2005), licenciado em Jornalismo (1999) e em Direito (1981), pela Universidade de Coimbra.
Professor no Instituto Superior Miguel Torga (ISMT – Coimbra), cuja Licenciatura em Comunicação Social dirigiu até 2011.
Professor Convidado no Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração (ISCIA – Aveiro).
Consultor de Comunicação da Administração do Porto de Aveiro (APA, S.A.), e da Associação dos Portos de Portugal (APP).
Foi jornalista da TSF, Expresso, Grande Reportagem, TVI, Tal&Qual e Jornal de Coimbra.
Desempenhou ainda as funções de repórter fotográfico.
Autor de várias exposições de fotografia e de sites na Web, acessíveis através de http://dmareport.blogspot.pt.
Deputado à Assembleia da República (PS), apresentou, em parceria com Jaime Ramos (PSD), o primeiro projecto de criação de rádios locais em Portugal (1983).
Este é o oitavo livro de sua autoria, em suporte (formato) de papel. Tem ainda vários livros publicados em paperback e no formato e-book, todos disponíveis na Web.
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FICHA TÉCNICA:

Livro: A Agenda-Montra de Outras Agendas (com o antetítulo: Mimetismos e determinação da agenda noticiosa televisiva)
Autor: Dinis Manuel Alves
Capa: Ilustração de João Pocinho
Editora: Mar da Palavra - Edições, L.da
Colecção: Comunicar-te (N.º 5)
PVP: 26,50€
N.º de páginas: 320
Formato: 17,0 x 24,0 cm
ISBN: 972-8910-63-1 (EAN: 978-972-8910-63-1)
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Registo de notícias e outras referências:

http://www.wook.pt/ficha/a-agenda-montra-de-outras-agendas/a/id/15262991
http://www.bertrand.pt/ficha/a-agenda-montra-de-outras-agendas?id=15262991
http://www.bibliofeira.com/livro/746493068/a-agenda-montra-de-outras-agendas/
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=616092985101090&set=a.401126863264371.88598.149325878444472&type=1&theater
http://www.mediatico.com.pt/sartigo/index.php?x=218
https://estudogeral.sib.uc.pt/handle/10316/591

https://alpha.sib.uc.pt/?q=content/mimetismos-e-determina%C3%A7%C3%A3o-da-agenda-noticiosa-televisiva-agenda-montra-de-outras-agendas

http://pela-positiva.blogs.sapo.pt/tag/comunica%C3%A7%C3%A3o

A VER:
Telejornais miméticos
http://www.youtube.com/watch?v=X-I5beJP9WA
http://www.youtube.com/watch?v=J9CVsDK8g4Y
http://www.youtube.com/watch?v=RCEIuXrgEUs
http://www.youtube.com/watch?v=sONCZqMURx0
http://www.youtube.com/watch?v=9sXFHhoqwms
http://www.youtube.com/watch?v=titqbgFyloQ

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Da máquina enfatizada à máquina constrangida - MAL DITA TELEVISÃO


É o mais poderoso dos media. Chamam-lhe electrodoméstico maligno, gritam Kill Your Television, atribuem-lhe a paternidade de 384 efeitos perniciosos.
Televisão maldita?
Também mal dita, defende Dinis Manuel Alves, investigador que teve o privilégio, pioneiro em Portugal, de passar várias semanas nas redacções das principais estações de televisão portuguesas, acompanhando o trabalho dos jornalistas, editores e directores de informação da RTP1, RTP2, SIC e TVI.
Este livro trata das representações de quem vê a televisão situando-se do lado de fora, posteriormente cotejadas com a observação do labor das redacções por parte do investigador e, por último, com as representações geradas pelos jornalistas de televisão em relação ao seu próprio trabalho.
Aqui se detalha a vasta gama de representações reagentes à actividade do meio televisão, em geral, e do jornalismo televisivo, em particular; desenham-se os contornos do binómio Máquina Enfatizada/Máquina Constrangida, pistando-se a panóplia de enfatizadores angariados pela engrenagem televisiva e os seus efectivos e pesados constrangimentos.
Aqui se dá voz aos jornalistas de televisão, que falam, na primeira pessoa, sobre as pechas da profissão, também sobre as suas virtualidades.
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Edição: Mar da Palavra
Apoio: Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS)
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O AUTOR:
Dinis Manuel Alves nasceu no Lobito, Angola, em 1958. É doutorado em Ciências da Comunicação (2005), licenciado em Jornalismo (1999) e em Direito (1981), pela Universidade de Coimbra. 
Director do Curso de 1.º Ciclo (Licenciatura) em Comunicação Social do Instituto Superior Miguel Torga. 
Foi jornalista da TSFExpressoGrande ReportagemTVITal & Qual e Jornal de Coimbra. Desempenhou ainda as funções de repórter fotográfico. 
Autor de várias exposições de fotografia e de sites na Web, acessíveis através de www.mediatico.com.pt 
Deputado à Assembleia da República (PS), apresentou, em parceria com Jaime Ramos (PSD), o primeiro projecto de criação de rádios locais em Portugal (1983). Este é o sétimo livro de sua autoria.
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FICHA TÉCNICA:
Autor: Dinis Manuel Alves
Capa: Ilustração de Laura Sobral
Editora: Mar da Palavra - Edições, Lda.
Colecção: Comunicar-te (N.º 4)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

"Promoções, silêncios e desvirtuações na TV - A informação ao serviço da estação", de Dinis Manuel Alves

Televisão

Nas televisões portuguesas pratica-se um jornalismo de guerra sem que seja preciso arriscar repórteres no campo de batalha. A guerra é suja e trava-se entre as estações de televisão. Promovem-se os produtos da casa, com os telejornais servindo de outdoors para alavancar audiências e desmoralizar o inimigo da frequência ao lado. É publicidade travestida de notícia, com a vantagem de não contar para as quotas. O cidadão-telespectador perde, mas perde muito mais com outras práticas, muito mais condenáveis também. Há silêncios comprometedores, verdadeiros apagões noticiosos, e há desvirtuações graves merecendo lugar de destaque no pelourinho das falhas deontológicas. Dinis Manuel Alves passou à lupa centenas de telejornais das TV’s portuguesas, dando conta, neste livro, de autênticas campanhas de manipulação informativa. “A informação ao serviço da estação” talvez se devesse chamar “Como eles nos enganam”. Este é o primeiro de quatro livros integrados no projecto de investigação da tese de doutoramento defendida pelo autor na Universidade de Coimbra em Abril de 2005.

Edição: Mar da Palavra
Apoio: Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS)
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O AUTOR:
Dinis Manuel Alves nasceu no Lobito, Angola, em 1958. É doutorado em Ciências da Comunicação (2005), licenciado em Jornalismo (1999) e em Direito (1981), pela Universidade de Coimbra.
Director do Curso de 1.º Ciclo (Licenciatura) em Comunicação Social do Instituto Superior Miguel Torga. Foi jornalista da TSF, Expresso, Grande Reportagem, TVI, Tal & Qual e Jornal de Coimbra. Desempenhou ainda as funções de repórter fotográfico. Autor de várias exposições de fotografia e de sites na Web, acessíveis através de www.mediatico.com.pt Deputado à Assembleia da República (PS), apresentou em parceria com Jaime Ramos (PSD) o primeiro projecto de criação de rádios locais em Portugal (1983). Este é o quinto livro de sua autoria.
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CAPA: Ilustração de Luís Miguel Pato
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Vídeos sobre o lançamento do livro A informação ao serviço da estação:
http://www.youtube.com/watch?v=neM4bicQ0XI
http://www.youtube.com/watch?v=EDmvcKMSigI
http://www.youtube.com/watch?v=jflGm7tK6Z0
http://www.youtube.com/watch?v=lyPDCq48y7M
http://www.youtube.com/watch?v=6REiedLEuyM
http://www.youtube.com/watch?v=lcmKA_13G9E
http://www.youtube.com/watch?v=1h4E64jEsxk
http://www.youtube.com/watch?v=d7GoHQtmdnM
http://www.youtube.com/watch?v=8oiFnaAq7lM
http://www.youtube.com/watch?v=HgYPn4i9YHg
http://www.youtube.com/watch?v=wwbhe7qptJE

Registo de notícias e outras referências:
http://webcache.googleusercontent.com/search?hl=pt-PT&q=cache:zxYRvZJo9KwJ:http://www.mediatico.com.pt/sartigo/imprimir.php?x=211+%22editado+pela+Mar+da+Palavra%22&ct=clnk
http://www.fnac.pt/A-Informacao-ao-Servico-da-Estacao-Varios/a58689?PID=5&Mn=-1&Ra=-1&To=0&Nu=1&Fr=8
http://www.portal.ecclesia.pt/pub/14/noticia.asp?jornalid=14&noticiaid=76323

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

"Terceiro Mundo em notícias - Em directo do Inferno", de Dinis Manuel Alves


Drama, orangotangos, guerra, futebol, chimpanzés, fome, crocodilos, futebol, elefantes, miséria, macacos, inundações, corvos, futebol, serpentes, secas, tigres, golpes de Estado, camarões, futebol, gatos, execuções, ratos, terramotos, tubarões, assassinatos, cães, futebol, hipopótamos, vulcões, atentados, violações, doenças…
Estes são os ingredientes com que os editores dos telejornais portugueses confeccionam o Terceiro Mundo servido dia após dia aos telespectadores.
Dinis Manuel Alves, investigador universitário e ex-jornalista, analisou as notícias de África, da Ásia, da América Central e do Sul, difundidas em 3.800 telejornais da RTP1, RTP2, SIC e TVI.
Uma autêntica descida aos infernos, as televisões lusas dando do Outro – de centenas de milhões de Outros que vivem nos 96 países estudados – imagens quase sempre
manchadas de sangue. Quando este se esvai, recorre-se ao exótico e ao bizarro.
Entretidos a dar notícias do Outro quando lá fora, sentimos calafrios ao sabermos de notícias do Outro, quando cá dentro.
Um dia, acordando de sono profundo contabilizando sonhos vários com pateras, hordas de deserdados arribando à costa rica, descobrimos que o Outro está entre nós.
Tantas vezes pintado com as cores garridas da Internacional da Bizarria, natural se torna a dificuldade em descascar-lhe a pele prenhe de preconceitos e estereótipos com que o cravejámos, por interpostas notícias da televisão.
Em Directo do Inferno” interessa a jornalistas, estudantes, aos cidadãos-telespectadores em geral. Instrumento útil de educação para os media, educação para a cidadania, um grito de alerta contra os indutores xenófobos resultantes da irresponsabilidade de agendar. Porque o Terceiro Mundo não é, apenas, um gigantesco jardim zoológico catódico.

Edição: Mar da Palavra
Apoio:
Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS)
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O AUTOR:
Dinis Manuel Alves nasceu no Lobito, Angola, em 1958. É doutorado em Ciências da Comunicação (2005), licenciado em Jornalismo (1999) e em Direito (1981), pela Universidade de Coimbra. Director do Curso de 1.º Ciclo (Licenciatura) em Comunicação Social do Instituto Superior Miguel Torga. Foi jornalista da TSF, Expresso, Grande Reportagem, TVI, Tal & Qual e Jornal de Coimbra. Desempenhou ainda as funções de repórter fotográfico. Autor de várias exposições de fotografia e de sites na Web, acessíveis através de www.mediatico.com.pt Deputado à Assembleia da República (PS), apresentou em parceria com Jaime Ramos (PSD) o primeiro projecto de criação de rádios locais em Portugal (1983). Este é o sexto livro de sua autoria.
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

"Costa Brochado - Um intelectual orgânico do regime salazarista", ensaio de João Tiago Sousa


Esta obra, com uma nota de apresentação pelo Prof. Luís Reis Torgal (da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), dá início à colecção “Comunicar-te”.
O Estado Novo tem conhecido, nos últimos anos, um aumento muito significativo do volume de estudos e artigos, incluindo várias dissertações de doutoramento e de mestrado; e foi alvo de debates e polémicas historiográficas e politológicas. No entanto, ao analisarmos mais de perto as temáticas abordadas, verificamos uma lacuna concernente ao estudo dos intelectuais do regime.
O processo de formação ideológica e orgânica do Estado Novo constitui uma das áreas fundamentais para o conhecimento profundo do anterior regime. Seria, pois, indispensável elaborar um estudo histórico interpretativo que fosse esclarecedor sobre o verdadeiro papel político dos intelectuais no Estado Novo.
A escolha do autor (João Tiago Sousa) recaiu sobre o jornalista Costa Brochado. Não pela figura que representava, mas pelo pensamento que irradiou nos seus escritos e pela posição assumida perante o Estado Novo e a personalidade (figura) de Oliveira Salazar. Assim, podemos discernir, com clareza, a posição assumida por este jornalista e intelectual orgânico, bem como compreender a forma que utilizou para servir o Estado Novo.
Esta obra pretende ser um contributo para o estudo do percurso político-ideológico de uma personalidade que, pela sua produção intelectual e comprometimento político, assumiu a função de uma certa condução espiritual na sociedade do seu tempo.
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Registo de notícias e outras referências:
http://www.amazon.co.uk/Costa-Brochado-intelectual-salazarista-Comunicar-te/dp/9729896658/ref=sr_1_7?s=books&ie=UTF8&qid=1295129621&sr=1-7
http://webcache.googleusercontent.com/search?hl=pt-PT&q=cache:xazBwhrvzWAJ:http://issuu.com/mafas/docs/newsletter-abril+%22Costa+Brochado+-+Um+intelectual+org%C3%A2nico+do+regime+salazarista%22&ct=clnk
http://webcache.googleusercontent.com/search?hl=pt-PT&q=cache:BHrJMn8FfVEJ:http://www.livroraro.com/Bulletin51/Bulletin51/Bulletin51PartIX.html+%22Costa+Brochado+-+Um+intelectual%22&ct=clnk
http://webcache.googleusercontent.com/search?hl=pt-PT&q=cache:nUuQTl3X8vgJ:http://campus.usal.es/~revistas_trabajo/index.php/0213-2087/article/view/5943/5972+%22Costa+Brochado+-+Um+intelectual+org%C3%A2nico%22&ct=clnk
http://www.livapolo.pt/livro/detalhe/costa-brochado/55033