segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

ASSIM A BÉTULA, poema galês, tradição oral (século XVII)

Fotografia encontrada em http://hrasti.eu/

Esbelta e delgada como a esguia bétula,
de suave ondular como o leve trevo,
da doirada cor da manhã de verão,
do mundo inteiro é ela a glória.

In «O Imenso Adeus – Poemas Celtas do Amor», vários autores (tradução e prefácio de José Domingos Morais), Colecção «Gato Maltês», Assírio & Alvim, Lisboa, Fevereiro de 2004 (1.ª edição).

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