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Gerúndio: lendo
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Particípio
passado: lido
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INDICATIVO
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Presente
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Pretérito perfeito
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Pretérito imperfeito
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eu
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leio
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eu
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li
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eu
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lia
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tu
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lês
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tu
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leste
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tu
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lias
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ele/ela
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lê
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ele/ela
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leu
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ele/ela
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lia
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nós
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lemos
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nós
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lemos
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nós
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líamos
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vós
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ledes
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vós
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lestes
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vós
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líeis
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eles/elas
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leem
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eles/elas
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leram
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eles/elas
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liam
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Pret.
mais-que-perfeito
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Futuro
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CONDICIONAL
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Futuro do pretérito
(Br)
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eu
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lera
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eu
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lerei
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eu
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leria
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tu
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leras
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tu
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lerás
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tu
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lerias
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ele/ela
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lera
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ele/ela
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lerá
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ele/ela
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leria
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nós
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lêramos
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nós
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leremos
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nós
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leríamos
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vós
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lêreis
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vós
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lereis
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vós
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leríeis
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eles/elas
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leram
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eles/elas
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lerão
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eles/elas
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leriam
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CONJUNTIVOSUBJUNTIVO
(BR)
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Presente
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Pretérito imperfeito
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Futuro
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que eu
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leia
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se eu
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lesse
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quando eu
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ler
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que tu
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leias
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se tu
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lesses
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quando tu
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leres
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que ele/ela
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leia
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se ele/ela
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lesse
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quando ele/ela
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ler
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que nós
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leiamos
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se nós
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lêssemos
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quando nós
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lermos
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que vós
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leiais
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se vós
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lêsseis
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quando vós
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lerdes
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que eles/elas
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leiam
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se eles/elas
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lessem
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quando eles/elas
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lerem
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IMPERATIVO
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afirmativo
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negativo
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infinitivo pessoal
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–
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–
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para ler eu
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lê tu
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não leias tu
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para leres tu
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leia você
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não leia você
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para ler ele/ela
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leiamos nós
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não leiamos nós
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para lermos nós
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lede vós
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não leiais vós
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para lerdes vós
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leiam vocês
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não leiam vocês
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para lerem eles/elas
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É uma empresa jornalística e editorial e tem por objecto a edição e a divulgação de publicações e suportes multimédia sobre saúde e de carácter científico, pedagógico, cultural e artístico, assim como a realização de iniciativas relacionadas com a informação e a formação no domínio da saúde, clínica, investigação médica e científica, além das vertentes cultural e artística, tendo em conta o seu interesse multidisciplinar e a sua apetência para estratégias de parceria.
quarta-feira, 7 de março de 2018
Conjugar o verbo LER
terça-feira, 6 de março de 2018
A OLIVEIRA MÁGICA, de Celeste de Almeida Gonçalves (ilustrado por Cristina Malaquias) - reedição pela Mar da Palavra
Francisco vive numa
grande cidade, na companhia dos seus pais.
Até que um dia tudo
muda. Francisco vai ter de deixar a sua escola, o professor José e os amigos,
partindo com a família rumo a uma nova vida.
É na quinta do avô Daniel
que conhece a amiga Mariana e vai descobrir um novo mundo, pleno de aventuras e
revelações. Francisco viverá toda a beleza e força da Natureza e a oliveira
mágica transportá-lo-á para uma dimensão fantástica, cheia de emoções.
Um casebre cheio de mistério…
um hipotético dragão… interrogações sobre as intrigantes e fascinantes coisas
da vida…
Este é um livro onde
encontras sentimentos como o amor e a amizade, bem como os valores da
solidariedade, do respeito pelos outros, por ti próprio e pela Natureza.
Aguarda-te uma viagem
verdadeiramente emocionante através dos desafios do pensamento e da imaginação.
Celeste de
Almeida Gonçalves
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A AUTORA
Celeste de Almeida Gonçalves – Nasceu em 1961, na cidade de Coimbra. Licenciada em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é professora no ensino oficial português, aliando a sua dedicação à escrita com o trabalho na área da Educação. É autora do livro infanto-juvenil «As Flores Também Sonham», reeditando agora o seu primeiro livro «A Oliveira Mágica».
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FICHA TÉCNICA
Livro: A Oliveira Mágica
Autora: Celeste de Almeida Gonçalves
Ilustração: Cristina Malaquias
Coordenação editorial e revisão: Vitalino José Santos
Paginação e edição gráfica: Nuno Beirão, Mar da Palavra - Edições, L.da
Editora: Mar da Palavra - Edições, L.da
PVP: 12,72 €
N.º de páginas: 50 (48 + guardas)
Formato: 17,6 x 24,6 cm
ISBN: 972-8910-79-2 (EAN: 978-972-8910-79-2)
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FILME (animação):
https://www.facebook.com/prontospratudo/videos/491162574618799/…………………………………….
https://www.wook.pt/livro/a-oliveira-magica-celeste-de-almeida-goncalves/21571078
https://www.bertrand.pt/livro/a-oliveira-magica-celeste-de-almeida-goncalves/21571078
http://www.bibliofeira.com/livro/374721718/a-oliveira-magica-reedicao/
https://www.facebook.com/149325878444472/photos/a.401126863264371.88598.149325878444472/1742651205778590/?type=3&theater
domingo, 17 de dezembro de 2017
BOAS FESTAS e melhores LEITURAS!
Nesta quadra
natalícia, a editora Mar da Palavra deseja os sinceros votos de paz, de
solidariedade e de entreajuda nas pequenas coisas da vida a todos os seus
autores (escritores e ilustradores), paginadores e profissionais das artes
gráficas, bem como aos livreiros e, sobretudo, aos LEITORES –
sem eles não se justifica o nosso trabalho nem a contínua vontade de
redescobrirmos a escrita e as suas possibilidades criativas e humanistas.
sábado, 16 de dezembro de 2017
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
«Emoções lusófonas», de Joaquim Manuel Pinto Serra e Maria Faria de Brito
NOVIDADE EDITORIAL
Cabo Verde, Brasil e Portugal, para além
da Língua em comum, têm um contraste de emoções entrelaçando-se numa amálgama
de afectos, pressentidos nas suas individualidades históricas, linguísticas e
sociais. Exibem o que de melhor existe nas suas diversidades: a entrega poética
à vida, o apego a vivências solucionadas em cada olhar, em cada sorriso, em
cada palavra nascida de um simples regresso, ou mesmo de uma qualquer
despedida.
O sabor dessa afectividade traz-nos a musicalidade de uma morna, de um
samba ou de um fado, mas a sua origem é a mesma: o amor eternizado de quem
sonha, de quem se entrega ou de quem, simplesmente, respira em liberdade.
Um ritual de experiências (mais interiorizadas
ou mais à flor da pele, conforme a personalidade de cada um, modeladas
pela cultura, pela insularidade ou pelas condições ambientais do seu
desenvolvimento psicológico – patrimónios indeléveis que nos enriquecem)
oferece-nos, num longo e fraterno abraço, este aceno constante com que nos
deleitamos.
Esta obra, determinada por dois modos
diferentes de descrever essa genuína e transversal musicalidade com que
existimos e nos doamos, como raízes de um mesmo tronco, mostra-nos que somos
mais próximos do que distantes, mais irmãos do que longínquos familiares, mais
solidários do que antagonistas numa lusofonia feita de contradições e de
reencontros, mas, sobretudo, desta imensa alegria de viver.
A essa lusofonia de sentimentos e a todos os
que a ela se dão com as almas despidas de quaisquer contrariedades difíceis de
compreender ou de aceitar, oferecemos esta narrativa, feita de descobertas e
frustrações, ilusões e sensibilidades. E que, mau grado quaisquer acordos ou
desacordos ortográficos existentes, é sempre um elo de ligação de todos os
nossos anseios e desilusões, e de todas as nossas virtudes e desvirtudes.
Este livro é um compromisso e uma contribuição
que nós, autores, ofertamos a quem acredita na nossa grande riqueza: a lusofonia
emocional que nos rodeia, consubstanciada numa língua comum e numa convivência
criativa, feita de imaginação, emancipação e liberdade.
Joaquim Manuel Pinto Serra
Após
a apresentação desta narrativa, quero, da minha parte, reiterar o nosso
propósito de homenagear a Lusofonia, esta cumplicidade que nos irmana através
da língua comum pela qual nos entendemos, embora com as diversidades
provocadas, a princípio, pela distância e pelas novas influências, a resvalar
depois para novas ramificações.
Foi
ainda no âmbito da Lusofonia que achei bem associar a língua ao território,
observando a vida do nosso povo, com as suas tradições, os seus preconceitos e
os seus heróis, desde os tempos mais remotos. Assim, reportei à década em que
nascemos, com a manifestação do Capitão Ambrósio, tema já conhecido e tratado
por muitos cabo-verdianos.
Tratando-se
de uma narrativa histórica, baseámo-nos em factos reais, para os quais tivemos
o cuidado de verificar o respectivo tempo e a autenticidade, consultando fontes
fidedignas. Pesquisas na «Internet» levaram-me ao magazine «Esquina do tempo»,
de Manuel Brito Semedo, às publicações de Luís Silva e a uma entrevista de
Lilica Boal, todos publicados no «Facebook». Os meus agradecimentos aos
respectivos autores e divulgadores.
À
volta dos factos, girou a nossa fantasia. Uma família serviu-nos de modelo com
as qualidades reconhecidas no seu protagonista, que admiramos pelo carácter,
formação e intervenção, no desejo de libertar a sua terra dos abusos do
colonialismo. Seguimos a obra dos seus descendentes, fazendo-os agir pela forma
real, sempre digna, que conheci; ou imaginária, representando personagens que
queríamos expor como modelos de determinadas situações.
Agradecemos
aos que sobreviveram até aos nossos tempos, pela confiança que depositaram em
nós, compreendendo a nossa trama e fornecendo algumas informações.
O
terceiro capítulo, a meu cargo, apresenta-se como um misto de roteiro
turístico, nas viagens pelas ilhas, a par dos apontamentos linguísticos sobre
curiosidades da expressão crioula, além de um envolvimento amoroso que lhe deu
o nome: «Fruto Proibido».
Quanto
ao aspecto linguístico, não tive a pretensão de apresentar um trabalho
científico. São apenas o resultado da minha experiência e da minha curiosidade
no que diz respeito a certas origens, satisfeita pela consulta a obras dos
filólogos Baltasar Lopes da Silva e Dulce Almada.
Após o
quarto capítulo, apresentámos dois epílogos, nessa narrativa em que também
fomos personagens participantes, interagindo com outras de ficção ou reais em
situações fictícias.
Esperando
ter agradado, deixo a todos um abraço fraterno.
Bem
hajam!
Maria Faria de Brito
…………………………………….
OS AUTORES
Joaquim Manuel Pinto Serra – Nasceu em Portugal (Loulé) e reside em Lisboa,
depois de ter vivido em Coimbra durante cerca de sessenta anos. Médico
psiquiatra, foi assistente hospitalar no Hospital Psiquiátrico de
Sobral Cid e chefe de serviço no Centro Psiquiátrico de
Recuperação de Arnes, de que foi director (de 1984 a 1996).
Actualmente, está aposentado da carreira
hospitalar e continua a exercer a sua especialidade, como profissional liberal.
É professor em várias academias de seniores, na
cidade de Lisboa, leccionando a disciplina «A Arte de Envelhecer».
Tem publicados, até ao presente, dezassete
livros: nove de poesia, quatro colectâneas de contos,
dois romances, um de crónicas e um de ficção juvenil, este em co-autoria com
Maria Armanda Tavares Belo.
Maria Faria de Brito – De seu nome completo
Maria do Espírito Santo Pinheiro de Faria de Brito, nasceu em Cabo Verde (ilha
Brava) e reside na ilha de São Vicente (Mindelo) onde fez os estudos primários
e secundários. Frequentou o Liceu Gil Eanes, no qual mais tarde exerceu a sua
actividade profissional, como professora de Francês. Foi depois contratada para
a Escola Preparatória Jorge Barbosa.
Após a independência do país, no âmbito da
actualização do ensino, foi destacada para frequentar o IPFE (Institut pour les
Professeurs de Français à l´Étranger), na Universidade da Sorbonne em Paris,
onde obteve o DSML (Diplôme Supérieur de la Méthodologie de la Langue).Tem publicadas duas obras: uma de poesia – «Ao
Sol do Entardecer da Idade» – e outra de poesia e prosa – «ponte@palavra.cv.br»
–, esta em co-autoria com Maria Helena Sato e Lavínia St. Aubyn.
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FICHA TÉCNICA
Livro: Emoções lusófonas
Autores: Joaquim Manuel Pinto Serra e Maria Faria de Brito
Fotografia da capa e da contracapa: José António
Pereira
Coordenação editorial e revisão: Vitalino José
Santos
Editora: Mar da Palavra - Edições, L.da
PVP: 16,96 €
N.º de páginas: 160
Formato: 14,5 x 21,0 cm
ISBN: 972-8910-78-5 (EAN: 978-972-8910-78-5)
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Registo de notícias e outras referências:
https://www.wook.pt/livro/emocoes-lusofonas-joaquim-manuel-pinto-serra/21260600
https://www.bertrand.pt/livro/emocoes-lusofonas-joaquim-manuel-pinto-serra/21260600
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
domingo, 12 de novembro de 2017
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
NOVIDADE EDITORIAL: «As flores também sonham», de Celeste de Almeida Gonçalves (com ilustração de Sandra Serra)
SINOPSE
Era uma vez uma bela flor amarela que vivia num jardim junto de outras flores, plantas e árvores. Sempre voltada para o sol, rodando a sua corola, a flor era especial pois além de bela e elegante, também sonhava.
Esta flor recebia diariamente a visita de um menino mágico que tinha grande
apreço e admiração por ela.
Certo dia, depois das palavras elogiosas do menino, a flor, que era um
girassol, sentiu um profundo desejo de voar. A sua ânsia de conhecer o mundo
para lá do jardim que habitava, de descobrir outros lugares e viver novas
experiências, tornou-se de tal forma intenso que não hesitou em partilhá-lo com
os seus companheiros.
Foi então que o amigo gato aconselhou este girassol a contar ao menino
mágico o seu sonho de voar.
Por vezes, é preciso magia para que os sonhos aconteçam. O menino mágico
compreendeu as razões da grande flor e concedeu-lhe o poder de voar. Mas a
magia não basta. O girassol teve de fazer o seu esforço e empenhar-se para
realizar a grande proeza de voar. Coragem e determinação não lhe faltaram. E
todos os habitantes do jardim lhe deram ânimo para concretizar o seu sonho.
O que a seguir se passou foi uma verdadeira e espantosa aventura.
Acompanhado por uma joaninha e um sapo, pelo caminho do seu sonho tornado
realidade, o girassol debateu-se com uma águia armada em rainha das alturas,
encontrou uma menina curiosa e bondosa, um menino doente e agradecido, um circo
onde se tornou um maravilhoso dançarino, um parque de diversões no qual
experimentou o «skate», o escorrega, o baloiço, a trotineta e o basquetebol,
revelando destreza e extraordinárias habilidades. Até de bicicleta o girassol
andou, numa simpática boleia de um menino, sempre com o sapo e a joaninha seus
companheiros inseparáveis, atrelados a si.
A flor do sol teve ainda a oportunidade de visitar uma família, conhecer um
cão muito solidário e descobrir que já era notícia de televisão.
É claro que também correu riscos e apanhou grandes sustos, mas venceu os
desafios que enfrentou.
Finalmente, a flor regressa ao seu jardim, como havia prometido ao menino
mágico, iluminada por uma escolta de pirilampos, sempre com o sapo bem
agarradinho às suas raízes e a joaninha pousada na sua corola.
A partilha da sua aventura com as outras flores e habitantes do jardim
aconteceu noite adentro. Mas, antes, o menino mágico colocou-a de novo na
terra, no seu lugar, regando-a abundantemente.
O que as outras flores não sabiam é que o desejo de voar e de conhecer mais
sobre o mundo continuava a habitar o coração do girassol. Só o menino mágico
sabia que a aventura iria continuar.
Esta é uma história sobre a importância de sonhar. Ensina, de um modo
divertido, que os sonhos se realizam, mas é preciso coragem e empenho para tal.
Os valores da amizade, da liberdade, da responsabilidade, da solidariedade,
do conhecimento e da verdade estão presentes nesta fantástica aventura da flor
que queria voar, ao longo das inesperadas e divertidas peripécias pelas quais
passa.
«As flores também sonham» é um conto infantil para crianças com idades
compreendidas entre os 4 e os 10 anos.
Celeste de Almeida
Gonçalves
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A
AUTORA
Celeste de Almeida Gonçalves – Nasceu em 1961, na cidade de Coimbra.
Licenciada em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é
professora no ensino oficial português, aliando a sua dedicação à escrita com o
trabalho na área da Educação. É autora do livro infanto-juvenil «A Oliveira
Mágica», inspirado na intimidade de uma criança com a Natureza. Apresenta agora
«As Flores Também Sonham», o seu segundo livro infantil editado.
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FICHA
TÉCNICA
Livro: As flores também sonham
Autora: Celeste de Almeida Gonçalves
Ilustração, «design» e paginação: Sandra Serra
Coordenação editorial e revisão: Vitalino José
Santos
Pré-impressão: Nuno Beirão
Editora: Mar da Palavra - Edições, L.da
PVP: 12,72 €
N.º de páginas: 40 (38 + guardas)
Formato: 23,5 x 26,5 cm
ISBN: 972-8910-77-8 (EAN: 978-972-8910-77-8)
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FILME (animação):
https://www.youtube.com/watch?v=NwX6EEMSLuI
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Registo de notícias e outras referências:
http://www.bibliofeira.com/editar/271404311/
https://www.wook.pt/livro/as-flores-tambem-sonham-celeste-de-almeida-goncalves/21043755
https://www.bertrand.pt/ficha/as-flores-tambem-sonham?id=21043755
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10207661034602297&set=a.2650952651452.90601.1784836762&type=3&theater
https://escritores.online/livros/as-flores-tambem-sonham/
https://cs.eventbu.com/idanha-a-nova/apresentacao-publica-do-livro-as-flores-tambem-sonham/7786457
https://beiranews.pt/2017/11/celeste-goncalves-apresenta-em-idanha-a-nova-mais-um-livro-infantil/
https://allevents.in/idanha-a-nova/apresentação-pública-do-livro-as-flores-também-sonham/1520552364687422
http://www.aenacb.pt/biblioteca/813-escritora-celeste-gonçalves-vem-à-escola.html
http://www.radiocastelobranco.pt/noticias/cultura/2017/novembro/as-flores-tambem-sonham-hoje-em-idanha-a-nova/
https://www.facebook.com/MunicipioIdanhaNova/photos/pcb.1569936299730184/1569930429730771/?type=3&theater
http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/41834
https://cristinasaliteraturainfantilejuvenil.blogspot.pt/2018/02/as-flores-tambem-sonham-livro-da.html
https://beiranews.pt/2017/11/celeste-goncalves-lanca-as-flores-tambem-sonham/
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