É uma empresa jornalística e editorial e tem por objecto a edição e a divulgação de publicações e suportes multimédia sobre saúde e de carácter científico, pedagógico, cultural e artístico, assim como a realização de iniciativas relacionadas com a informação e a formação no domínio da saúde, clínica, investigação médica e científica, além das vertentes cultural e artística, tendo em conta o seu interesse multidisciplinar e a sua apetência para estratégias de parceria.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
«A oliveira mágica», de Celeste de Almeida Gonçalves (texto) e Cristina Malaquias (ilustração), passa a integrar o Plano Nacional de Leitura – PNL
AUTOR(ES): Gonçalves, Celeste de Almeida, 1961-;
Malaquias, Cristina, 1955-, il.
EDIÇÃO: 1.a ed.
PUBLICAÇÃO:Coimbra : Mar da Palavras, 2018
DESCR. FÍSICA: 47 p. : il.
RESUMO: A vida de Francisco sofre uma reviravolta quando tem de trocar a cidade pelo campo. Na quinta do avô, Francisco vai viver muitas aventuras fantásticas. Aí, ele aprenderá a apreciar e respeitar a Natureza, descobrirá a amizade, o amor, a solidariedade e a esperança.
[Resumo da responsabilidade do Plano Nacional de Leitura 2027]
ISBN: 978-972-8910-79-2
ASSUNTOS: Amizade -- [Contos infantis]; Natureza -- [Contos infantis]
CDU:
087.5-053.5
821.134.3-34
502
Livro recomendado PNL2027 - 2018 1.º Sem. - Cultura e Sociedade - Literatura - dos 9-11 anos - Fluent
EDIÇÃO: 1.a ed.
PUBLICAÇÃO:Coimbra : Mar da Palavras, 2018
DESCR. FÍSICA: 47 p. : il.
RESUMO: A vida de Francisco sofre uma reviravolta quando tem de trocar a cidade pelo campo. Na quinta do avô, Francisco vai viver muitas aventuras fantásticas. Aí, ele aprenderá a apreciar e respeitar a Natureza, descobrirá a amizade, o amor, a solidariedade e a esperança.
[Resumo da responsabilidade do Plano Nacional de Leitura 2027]
ISBN: 978-972-8910-79-2
ASSUNTOS: Amizade -- [Contos infantis]; Natureza -- [Contos infantis]
CDU:
087.5-053.5
821.134.3-34
502
Livro recomendado PNL2027 - 2018 1.º Sem. - Cultura e Sociedade - Literatura - dos 9-11 anos - Fluent
quarta-feira, 30 de maio de 2018
Lançamento, em Coimbra, do livro «Rádio em Angola - Como eu a vivi», do jornalista Pereira Monteiro - noticiado na RTP ÁFRICA
A peça está na RTP-PLAY, a fechar o REPÓRTER ÁFRICA (minuto 24):
segunda-feira, 28 de maio de 2018
sexta-feira, 11 de maio de 2018
terça-feira, 8 de maio de 2018
«RÁDIO EM ANGOLA - Como eu a vivi», de Pereira Monteiro
APRESENTAÇÃO
A ANGOLA do futuro irá premiar e
reconhecer a incomensurável utilidade, provavelmente ainda no presente, deste
trabalho que reflete o talento investigacional histórico-social e também o
registo dos âmbitos regulamentar e do «modus faciendi» da RÁDIO EM ANGOLA,
entre 1937 e 1975, de DIAMANTINO PEREIRA MONTEIRO. Jornalista de referência,
personalidade de esmerado sentido ético e profissional, culto e observador
atento de finíssimo recorte, angolano de coração, português de nascimento das
terras de Viriato, PEREIRA MONTEIRO viveu parte da infância e juventude na
antiga colónia portuguesa de Angola. Naquela terra africana sonhou em fazer
rádio. A vocação foi concretizada ao assumir um estatuto profissional numa das
várias estações existentes.
A rádio em Angola, na ausência de
sistemas de televisão no período estudado e retratado, perante um reduzido
número de jornais impressos e um caudal volumoso de analfabetismo, foi o
«médium» de excelência protodemocrático, informativo e de entretenimento; foi,
por consequência, um natural aglutinador/congregador das populações
«pronto-a-servir e a escutar» jorrando adesão crescente. Subiam as audiências
(sem cientificidade na obtenção destes dados) perante o aumento, à vista
desarmada, da existência e venda de recetores de rádio e a salutar proliferação
das estações emissoras, por norma locais/regionais. As atuais rádios locais de
Portugal e as futuras congéneres de Angola podem encontrar boas sementes nos
modelos organizacionais e de gestão que, em terras angolanas, permitiram
realizar um serviço de utilidade pública que os governos da época, a nível de
Lisboa e da então Província de Angola, viam bem ou mal, consoante a ação
editorial dessas rádios e os contextos políticos regionais, nacionais e
internacionais.
A radiodifusão em Angola foi um
«boom» pelos motivos indicados que o Autor legenda e exemplifica, permitindo
criar «vanguardas» em aspetos de produção e realização que contrastavam com o
pesado, ponderado, rigoroso, austero e censurado «radiofazer» da Emissora
Nacional de Radiodifusão. Enquanto esta parecia sobrevestir «smoking» ou, pelo
menos, fato e gravata, vezes demais enunciando em registos monocórdicos, a
rádio em Angola vestia ganga e era sempre feita em traje casual ou indígena; os
microfones e os locutores eram quase omnipresentes e procuravam dar a ver o
que, muitas vezes, nunca tinha sido visto. E havia criatividade, inconformismo
e concorrência. Até os anúncios classificados e as informações necrológicas
eram fornecidas pela rádio. Mais do que um telegrama, o correio convencional,
os aerogramas específicos dos militares portugueses ou a modesta imprensa do
território, a rádio era o centro das atenções dos angolanos e dos que estiveram
naquelas terras, quer mobilizados para uma Guerra Colonial já então mal
recebida (injustificada e incompreendida, em concreto) pelos jovens portugueses
e angolanos, quer pelos que se instalaram na, agora, República Popular de
Angola, com o objetivo de conseguirem o seu ganha-pão e de contribuírem para a
prosperidade de um torrão angolano altamente prometedor e com incomparáveis
riquezas.
A RADIODIFUSÃO em ANGOLA entrou
com pezinhos de lã e transformou-se, perante a heroicidade dos que nela
trabalharam, num altíssonoro e indispensável «fenómeno de massas». A iniciativa
privada e o associativismo (e, pontualmente, a Igreja Católica com a Rádio
Ecclesia) foram os grandes impulsionadores do fenómeno, aparecendo,
posteriormente, o Estado português a criar a Emissora Oficial de Angola (atual
Rádio Nacional de Angola), já depois de lançar os tentáculos censórios às
rádios existentes.
PEREIRA MONTEIRO, neste Livro
Histórico e Memorioso, usa, como fio condutor na abertura e fecho do trabalho,
um olhar personalizado de observador-narrador para depois relatar, no papel de
historiador, a evolução da radiodifusão em Angola através de factos que bebeu –
alguns de forma pessoal, mas a maioria em detalhadas, profícuas e prolongadas
pesquisas –, os quais fazem deste livro uma antologia para compreender uma
outra «paisagem mediática» de Angola, que foi tribuna de homens livres e ajudou
a construir um território amadurecido, de Cabinda ao Cunene.
Mais: compreender a História de
Angola, durante grande parte do século XX, passa por interpretar o papel destas
rádios angolanas ao serviço das populações, sem tabus nem trejeitos coloniais
ou tutoriais. Pelo contrário: Angola deu a Portugal uma plêiade de
profissionais da Comunicação Social que se formaram em terras angolanas, sem
escolas, mas com vocação, gosto, dedicação e vontade de servir. Este livro
mostra ainda aspetos multifacetados da vivência angolana, dos equívocos do
antes e do depois da Revolução do 25 de Abril, em Lisboa, das conflitualidades
entre os movimentos de libertação e da saída desolada de Angola de muitos
portugueses e também de vários angolanos que terão imaginado outro desfecho,
por certo em convivencialidade, para a emancipação do território.
Diamantino Pereira Monteiro,
retomando nas derradeiras páginas um fluxo narrativo na primeira pessoa,
reporta a sua apressada saída do seu rádio clube – a parte reflete o todo:
deixar a amada Angola. Há uma discreta nota de dor, misto de saudade e de
esperança de que a rádio e também a História estejam sempre em movimento, «no
ar»; e de que – quem sabe? – talvez seja possível voltar, confraternizar,
conviver, recordar, historiar. Este livro é importante para os políticos, para
os economistas, para os sociólogos e estudiosos ou, ainda, para os
profissionais da Comunicação Social. É um indispensável ARQUIVO HISTÓRICO da
RADIODIFUSÃO ANGOLANA.
Sansão Coelho
…………………………………….
O AUTOR
Quando regressou a Angola, retomou a carreira
profissional, já como adjunto e, posteriormente, como chefe dos serviços de
Produção do Rádio Clube da Huila. A «abrupta» descolonização que se seguiu à Revolução
portuguesa obrigou-o a fugir com a família, tal como sucedeu a centenas de
milhar de angolanos e de portugueses, para o Sudoeste Africano (atual Namíbia).
Repatriado para Portugal, em Novembro de 1975,
ingressou (por concurso público) nos quadros da Radiodifusão Portuguesa (RDP),
empresa pública que sucedeu à Emissora Nacional. Chefiou os serviços de
Informação e de Programas da RDP/Centro, em Coimbra.
Como formador para a área da Radiodifusão do
CENJOR – Centro Protocolar de Formação de Jornalistas, participou na formação
de dezenas de jovens das rádios locais, aquando da legalização das chamadas «rádios
piratas». É frequentemente convidado a participar em entrevistas para livros, nos
meios radiofónicos e em televisões, especialmente sobre temas no âmbito da Radiodifusão.
…………………………………….
FICHA TÉCNICA
Livro: Rádio em Angola – Como
eu a vivi
Autor: (Diamantino) Pereira Monteiro
Ilustração da capa (adaptação), fotos da
contracapa e foto do autor, na badana: Diamantino
Pereira Monteiro
Coordenação editorial e revisão: Vitalino José
Santos
Paginação e edição gráfica: Nuno
Beirão, Mar da Palavra - Edições, L.da
Colecção: Comunicar-te (6)
Editora: Mar da Palavra -
Edições, L.da
PVP: 16,96 €
N.º de páginas: 168 (2 + 166)
Formato: 16,0 x 23,0 cm
ISBN: 972-8910-80-8 (EAN: 978-972-8910-80-8)
…………………………………….
NOTA: Por opção do autor, a presente edição adota o novo acordo ortográfico.
…………………………………….
Registo de notícias e outras referências:
http://campeaoprovincias.pt/noticia/coimbra-livro-revive-memorias-da-radio-em-angola
http://angolaradio.webs.com/
https://odespertar.com/2018/05/25/pereira-monteiro-lanca-livro-radio-em-angola/
http://radioregionalcentro.com/noticias/coimbra-livro-revive-memorias-da-radio-em-angola
http://www.bibliofeira.com/livro/133557710/radio-em-angola-como-eu-a-vivi/
https://www.wook.pt/livro/radio-em-angola-pereira-monteiro/22021394
https://www.bertrand.pt/livro/radio-em-angola-pereira-monteiro/22021394
https://bimbe.blogs.sapo.pt/um-livro-em-carne-viva-499888
http://campeaoprovincias.pt/noticia/coimbra-livro-revive-memorias-da-radio-em-angola
http://angolaradio.webs.com/
https://odespertar.com/2018/05/25/pereira-monteiro-lanca-livro-radio-em-angola/
http://radioregionalcentro.com/noticias/coimbra-livro-revive-memorias-da-radio-em-angola
http://www.bibliofeira.com/livro/133557710/radio-em-angola-como-eu-a-vivi/
https://www.wook.pt/livro/radio-em-angola-pereira-monteiro/22021394
https://www.bertrand.pt/livro/radio-em-angola-pereira-monteiro/22021394
https://bimbe.blogs.sapo.pt/um-livro-em-carne-viva-499888
quarta-feira, 7 de março de 2018
Conjugar o verbo LER
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Gerúndio: lendo
|
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|
Particípio
passado: lido
|
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|
INDICATIVO
|
|||||
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Presente
|
Pretérito perfeito
|
Pretérito imperfeito
|
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|
eu
|
leio
|
eu
|
li
|
eu
|
lia
|
|
tu
|
lês
|
tu
|
leste
|
tu
|
lias
|
|
ele/ela
|
lê
|
ele/ela
|
leu
|
ele/ela
|
lia
|
|
nós
|
lemos
|
nós
|
lemos
|
nós
|
líamos
|
|
vós
|
ledes
|
vós
|
lestes
|
vós
|
líeis
|
|
eles/elas
|
leem
|
eles/elas
|
leram
|
eles/elas
|
liam
|
|
|
|||||
|
Pret.
mais-que-perfeito
|
Futuro
|
CONDICIONAL
|
|||
|
Futuro do pretérito
(Br)
|
|||||
|
eu
|
lera
|
eu
|
lerei
|
eu
|
leria
|
|
tu
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leras
|
tu
|
lerás
|
tu
|
lerias
|
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ele/ela
|
lera
|
ele/ela
|
lerá
|
ele/ela
|
leria
|
|
nós
|
lêramos
|
nós
|
leremos
|
nós
|
leríamos
|
|
vós
|
lêreis
|
vós
|
lereis
|
vós
|
leríeis
|
|
eles/elas
|
leram
|
eles/elas
|
lerão
|
eles/elas
|
leriam
|
|
|
|||||
|
CONJUNTIVOSUBJUNTIVO
(BR)
|
|||||
|
Presente
|
Pretérito imperfeito
|
Futuro
|
|||
|
que eu
|
leia
|
se eu
|
lesse
|
quando eu
|
ler
|
|
que tu
|
leias
|
se tu
|
lesses
|
quando tu
|
leres
|
|
que ele/ela
|
leia
|
se ele/ela
|
lesse
|
quando ele/ela
|
ler
|
|
que nós
|
leiamos
|
se nós
|
lêssemos
|
quando nós
|
lermos
|
|
que vós
|
leiais
|
se vós
|
lêsseis
|
quando vós
|
lerdes
|
|
que eles/elas
|
leiam
|
se eles/elas
|
lessem
|
quando eles/elas
|
lerem
|
|
|
|||||
|
IMPERATIVO
|
|||||
|
afirmativo
|
negativo
|
infinitivo pessoal
|
|||
|
–
|
–
|
para ler eu
|
|||
|
lê tu
|
não leias tu
|
para leres tu
|
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leia você
|
não leia você
|
para ler ele/ela
|
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leiamos nós
|
não leiamos nós
|
para lermos nós
|
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lede vós
|
não leiais vós
|
para lerdes vós
|
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|
leiam vocês
|
não leiam vocês
|
para lerem eles/elas
|
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