terça-feira, 6 de março de 2018

A OLIVEIRA MÁGICA, de Celeste de Almeida Gonçalves (ilustrado por Cristina Malaquias) - reedição pela Mar da Palavra



Francisco vive numa grande cidade, na companhia dos seus pais.
Até que um dia tudo muda. Francisco vai ter de deixar a sua escola, o professor José e os amigos, partindo com a família rumo a uma nova vida.
É na quinta do avô Daniel que conhece a amiga Mariana e vai descobrir um novo mundo, pleno de aventuras e revelações. Francisco viverá toda a beleza e força da Natureza e a oliveira mágica transportá-lo-á para uma dimensão fantástica, cheia de emoções.
Um casebre cheio de mistério… um hipotético dragão… interrogações sobre as intrigantes e fascinantes coisas da vida…
Este é um livro onde encontras sentimentos como o amor e a amizade, bem como os valores da solidariedade, do respeito pelos outros, por ti próprio e pela Natureza.
Aguarda-te uma viagem verdadeiramente emocionante através dos desafios do pensamento e da imaginação.
Celeste de Almeida Gonçalves
…………………………………….

A AUTORA

Celeste de Almeida Gonçalves – Nasceu em 1961, na cidade de Coimbra. Licenciada em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é professora no ensino oficial português, aliando a sua dedicação à escrita com o trabalho na área da Educação. É autora do livro infanto-juvenil «As Flores Também Sonham», reeditando agora o seu primeiro livro «A Oliveira Mágica».

…………………………………….

FICHA TÉCNICA
Livro: A Oliveira Mágica
Autora: Celeste de Almeida Gonçalves
Ilustração: Cristina Malaquias
Coordenação editorial e revisão: Vitalino José Santos
Paginação e edição gráfica: Nuno Beirão, Mar da Palavra - Edições,  L.da
Editora: Mar da Palavra - Edições, L.da
PVP: 12,72 €
N.º de páginas: 50 (48 + guardas)
Formato: 17,6 x 24,6 cm
ISBN: 972-8910-79-2 (EAN: 978-972-8910-79-2)
…………………………………….

FILME (animação):
https://www.facebook.com/prontospratudo/videos/491162574618799/
…………………………………….

Registo de notícias e outras referências:
https://www.wook.pt/livro/a-oliveira-magica-celeste-de-almeida-goncalves/21571078
https://www.bertrand.pt/livro/a-oliveira-magica-celeste-de-almeida-goncalves/21571078
http://www.bibliofeira.com/livro/374721718/a-oliveira-magica-reedicao/
https://www.facebook.com/149325878444472/photos/a.401126863264371.88598.149325878444472/1742651205778590/?type=3&theater

domingo, 17 de dezembro de 2017

BOAS FESTAS e melhores LEITURAS!




Nesta quadra natalícia, a editora Mar da Palavra deseja os sinceros votos de paz, de solidariedade e de entreajuda nas pequenas coisas da vida a todos os seus autores (escritores e ilustradores), paginadores e profissionais das artes gráficas, bem como aos livreiros e, sobretudo, aos LEITORES – sem eles não se justifica o nosso trabalho nem a contínua vontade de redescobrirmos a escrita e as suas possibilidades criativas e humanistas. 

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

«Emoções lusófonas», de Joaquim Manuel Pinto Serra e Maria Faria de Brito



NOVIDADE EDITORIAL

Cabo Verde, Brasil e Portugal, para além da Língua em comum, têm um contraste de emoções entrelaçando-se numa amálgama de afectos, pressentidos nas suas individualidades históricas, linguísticas e sociais. Exibem o que de melhor existe nas suas diversidades: a entrega poética à vida, o apego a vivências solucionadas em cada olhar, em cada sorriso, em cada palavra nascida de um simples regresso, ou mesmo de uma qualquer despedida.
O sabor dessa afectividade traz-nos a musicalidade de uma morna, de um samba ou de um fado, mas a sua origem é a mesma: o amor eternizado de quem sonha, de quem se entrega ou de quem, simplesmente, respira em liberdade.
Um ritual de experiências (mais interiorizadas ou mais à flor da pele, conforme a personalidade de cada um, modeladas pela cultura, pela insularidade ou pelas condições ambientais do seu desenvolvimento psicológico – patrimónios indeléveis que nos enriquecem) oferece-nos, num longo e fraterno abraço, este aceno constante com que nos deleitamos.
Esta obra, determinada por dois modos diferentes de descrever essa genuína e transversal musicalidade com que existimos e nos doamos, como raízes de um mesmo tronco, mostra-nos que somos mais próximos do que distantes, mais irmãos do que longínquos familiares, mais solidários do que antagonistas numa lusofonia feita de contradições e de reencontros, mas, sobretudo, desta imensa alegria de viver.
A essa lusofonia de sentimentos e a todos os que a ela se dão com as almas despidas de quaisquer contrariedades difíceis de compreender ou de aceitar, oferecemos esta narrativa, feita de descobertas e frustrações, ilusões e sensibilidades. E que, mau grado quaisquer acordos ou desacordos ortográficos existentes, é sempre um elo de ligação de todos os nossos anseios e desilusões, e de todas as nossas virtudes e desvirtudes.
Este livro é um compromisso e uma contribuição que nós, autores, ofertamos a quem acredita na nossa grande riqueza: a lusofonia emocional que nos rodeia, consubstanciada numa língua comum e numa convivência criativa, feita de imaginação, emancipação e liberdade.
                                                                                                        Joaquim Manuel Pinto Serra


Após a apresentação desta narrativa, quero, da minha parte, reiterar o nosso propósito de homenagear a Lusofonia, esta cumplicidade que nos irmana através da língua comum pela qual nos entendemos, embora com as diversidades provocadas, a princípio, pela distância e pelas novas influências, a resvalar depois para novas ramificações.
Foi ainda no âmbito da Lusofonia que achei bem associar a língua ao território, observando a vida do nosso povo, com as suas tradições, os seus preconceitos e os seus heróis, desde os tempos mais remotos. Assim, reportei à década em que nascemos, com a manifestação do Capitão Ambrósio, tema já conhecido e tratado por muitos cabo-verdianos.
Tratando-se de uma narrativa histórica, baseámo-nos em factos reais, para os quais tivemos o cuidado de verificar o respectivo tempo e a autenticidade, consultando fontes fidedignas. Pesquisas na «Internet» levaram-me ao magazine «Esquina do tempo», de Manuel Brito Semedo, às publicações de Luís Silva e a uma entrevista de Lilica Boal, todos publicados no «Facebook». Os meus agradecimentos aos respectivos autores e divulgadores.
À volta dos factos, girou a nossa fantasia. Uma família serviu-nos de modelo com as qualidades reconhecidas no seu protagonista, que admiramos pelo carácter, formação e intervenção, no desejo de libertar a sua terra dos abusos do colonialismo. Seguimos a obra dos seus descendentes, fazendo-os agir pela forma real, sempre digna, que conheci; ou imaginária, representando personagens que queríamos expor como modelos de determinadas situações.
Agradecemos aos que sobreviveram até aos nossos tempos, pela confiança que depositaram em nós, compreendendo a nossa trama e fornecendo algumas informações.
O terceiro capítulo, a meu cargo, apresenta-se como um misto de roteiro turístico, nas viagens pelas ilhas, a par dos apontamentos linguísticos sobre curiosidades da expressão crioula, além de um envolvimento amoroso que lhe deu o nome: «Fruto Proibido».
Quanto ao aspecto linguístico, não tive a pretensão de apresentar um trabalho científico. São apenas o resultado da minha experiência e da minha curiosidade no que diz respeito a certas origens, satisfeita pela consulta a obras dos filólogos Baltasar Lopes da Silva e Dulce Almada.
Após o quarto capítulo, apresentámos dois epílogos, nessa narrativa em que também fomos personagens participantes, interagindo com outras de ficção ou reais em situações fictícias.
Esperando ter agradado, deixo a todos um abraço fraterno.
Bem hajam!
                                                                                                                                                                         Maria Faria de Brito
…………………………………….

OS AUTORES

Joaquim Manuel Pinto Serra – Nasceu em Portugal (Loulé) e reside em Lisboa, depois de ter vivido em Coimbra durante cerca de sessenta anos. Médico psiquiatra, foi assistente hospitalar no Hospital Psiquiátrico de Sobral Cid e chefe de serviço no Centro Psiquiátrico de Recuperação de Arnes, de que foi director (de 1984 a 1996).
Actualmente, está aposentado da carreira hospitalar e continua a exercer a sua especialidade, como profissional liberal.
É professor em várias academias de seniores, na cidade de Lisboa, leccionando a disciplina «A Arte de Envelhecer».
Tem publicados, até ao presente, dezassete livros: nove de poesia, quatro colectâneas de contos, dois romances, um de crónicas e um de ficção juvenil, este em co-autoria com Maria Armanda Tavares Belo.


Maria Faria de Brito – De seu nome completo Maria do Espírito Santo Pinheiro de Faria de Brito, nasceu em Cabo Verde (ilha Brava) e reside na ilha de São Vicente (Mindelo) onde fez os estudos primários e secundários. Frequentou o Liceu Gil Eanes, no qual mais tarde exerceu a sua actividade profissional, como professora de Francês. Foi depois contratada para a Escola Preparatória Jorge Barbosa.
Após a independência do país, no âmbito da actualização do ensino, foi destacada para frequentar o IPFE (Institut pour les Professeurs de Français à l´Étranger), na Universidade da Sorbonne em Paris, onde obteve o DSML (Diplôme Supérieur de la Méthodologie de la Langue).Tem publicadas duas obras: uma de poesia – «Ao Sol do Entardecer da Idade» – e outra de poesia e prosa – «ponte@palavra.cv.br» –, esta em co-autoria com Maria Helena Sato e Lavínia St. Aubyn.
…………………………………….

FICHA TÉCNICA
Livro: Emoções lusófonas
Autores: Joaquim Manuel Pinto Serra e Maria Faria de Brito
Fotografia da capa e da contracapa: José António Pereira
Coordenação editorial e revisão: Vitalino José Santos
Editora: Mar da Palavra - Edições, L.da
PVP: 16,96 €
N.º de páginas: 160
Formato: 14,5 x 21,0 cm
ISBN: 972-8910-78-5 (EAN: 978-972-8910-78-5)
…………………………………….

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

NOVIDADE EDITORIAL: «As flores também sonham», de Celeste de Almeida Gonçalves (com ilustração de Sandra Serra)

































SINOPSE

Era uma vez uma bela flor amarela que vivia num jardim junto de outras flores, plantas e árvores. Sempre voltada para o sol, rodando a sua corola, a flor era especial pois além de bela e elegante, também sonhava.
Esta flor recebia diariamente a visita de um menino mágico que tinha grande apreço e admiração por ela.
Certo dia, depois das palavras elogiosas do menino, a flor, que era um girassol, sentiu um profundo desejo de voar. A sua ânsia de conhecer o mundo para lá do jardim que habitava, de descobrir outros lugares e viver novas experiências, tornou-se de tal forma intenso que não hesitou em partilhá-lo com os seus companheiros.
Foi então que o amigo gato aconselhou este girassol a contar ao menino mágico o seu sonho de voar.
Por vezes, é preciso magia para que os sonhos aconteçam. O menino mágico compreendeu as razões da grande flor e concedeu-lhe o poder de voar. Mas a magia não basta. O girassol teve de fazer o seu esforço e empenhar-se para realizar a grande proeza de voar. Coragem e determinação não lhe faltaram. E todos os habitantes do jardim lhe deram ânimo para concretizar o seu sonho.
O que a seguir se passou foi uma verdadeira e espantosa aventura.
Acompanhado por uma joaninha e um sapo, pelo caminho do seu sonho tornado realidade, o girassol debateu-se com uma águia armada em rainha das alturas, encontrou uma menina curiosa e bondosa, um menino doente e agradecido, um circo onde se tornou um maravilhoso dançarino, um parque de diversões no qual experimentou o «skate», o escorrega, o baloiço, a trotineta e o basquetebol, revelando destreza e extraordinárias habilidades. Até de bicicleta o girassol andou, numa simpática boleia de um menino, sempre com o sapo e a joaninha seus companheiros inseparáveis, atrelados a si.
A flor do sol teve ainda a oportunidade de visitar uma família, conhecer um cão muito solidário e descobrir que já era notícia de televisão.
É claro que também correu riscos e apanhou grandes sustos, mas venceu os desafios que enfrentou.
Finalmente, a flor regressa ao seu jardim, como havia prometido ao menino mágico, iluminada por uma escolta de pirilampos, sempre com o sapo bem agarradinho às suas raízes e a joaninha pousada na sua corola.
A partilha da sua aventura com as outras flores e habitantes do jardim aconteceu noite adentro. Mas, antes, o menino mágico colocou-a de novo na terra, no seu lugar, regando-a abundantemente.
O que as outras flores não sabiam é que o desejo de voar e de conhecer mais sobre o mundo continuava a habitar o coração do girassol. Só o menino mágico sabia que a aventura iria continuar.
Esta é uma história sobre a importância de sonhar. Ensina, de um modo divertido, que os sonhos se realizam, mas é preciso coragem e empenho para tal.
Os valores da amizade, da liberdade, da responsabilidade, da solidariedade, do conhecimento e da verdade estão presentes nesta fantástica aventura da flor que queria voar, ao longo das inesperadas e divertidas peripécias pelas quais passa.
«As flores também sonham» é um conto infantil para crianças com idades compreendidas entre os 4 e os 10 anos.
Celeste de Almeida Gonçalves
…………………………………….

A AUTORA
Celeste de Almeida Gonçalves  – Nasceu em 1961, na cidade de Coimbra. Licenciada em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é professora no ensino oficial português, aliando a sua dedicação à escrita com o trabalho na área da Educação. É autora do livro infanto-juvenil «A Oliveira Mágica», inspirado na intimidade de uma criança com a Natureza. Apresenta agora «As Flores Também Sonham», o seu segundo livro infantil editado.
…………………………………….

FICHA TÉCNICA
Livro: As flores também sonham
Autora: Celeste de Almeida Gonçalves
Ilustração, «design» e paginação: Sandra Serra
Coordenação editorial e revisão: Vitalino José Santos
Pré-impressão: Nuno Beirão
Editora: Mar da Palavra - Edições, L.da
PVP: 12,72 €
N.º de páginas: 40 (38 + guardas)
Formato: 23,5 x 26,5 cm
ISBN: 972-8910-77-8 (EAN: 978-972-8910-77-8)
…………………………………….

FILME (animação):
https://www.youtube.com/watch?v=NwX6EEMSLuI
…………………………………….

Registo de notícias e outras referências:
http://www.bibliofeira.com/editar/271404311/
https://www.wook.pt/livro/as-flores-tambem-sonham-celeste-de-almeida-goncalves/21043755
https://www.bertrand.pt/ficha/as-flores-tambem-sonham?id=21043755
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10207661034602297&set=a.2650952651452.90601.1784836762&type=3&theater
https://escritores.online/livros/as-flores-tambem-sonham/
https://cs.eventbu.com/idanha-a-nova/apresentacao-publica-do-livro-as-flores-tambem-sonham/7786457
https://beiranews.pt/2017/11/celeste-goncalves-apresenta-em-idanha-a-nova-mais-um-livro-infantil/
https://allevents.in/idanha-a-nova/apresentação-pública-do-livro-as-flores-também-sonham/1520552364687422
http://www.aenacb.pt/biblioteca/813-escritora-celeste-gonçalves-vem-à-escola.html
http://www.radiocastelobranco.pt/noticias/cultura/2017/novembro/as-flores-tambem-sonham-hoje-em-idanha-a-nova/
https://www.facebook.com/MunicipioIdanhaNova/photos/pcb.1569936299730184/1569930429730771/?type=3&theater
http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/41834
https://cristinasaliteraturainfantilejuvenil.blogspot.pt/2018/02/as-flores-tambem-sonham-livro-da.html
https://beiranews.pt/2017/11/celeste-goncalves-lanca-as-flores-tambem-sonham/

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

14 de Novembro de 2017 (18h00), Centro Cultural do Mindelo (Cabo Verde): Segunda sessão de apresentação de EMOÇÕES LUSÓFONAS, livro conjunto de Joaquim Manuel Pinto Serra e de Maria Faria de Brito


A editora Mar da Palavra associa-se ao convite dos seus autores Joaquim Manuel Pinto Serra e Maria Faria de Brito para a segunda sessão pública em Cabo Verde, no Centro Cultural do Mindelo, do livro «Emoções lusófonas», no dia 14 de Novembro de 2017, pelas 18h00. A apresentação será afectuada pelo escritor Evel Rocha, a que se junta o músico Chico Serra, para um apontamento ao piano.